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Segurança de frentistas - EPI

Segurança de frentistas: esta é uma realidade no seu posto de serviços?

C arlos é frentista no posto de serviços de Roberto. Eles trabalham juntos há 5 anos. Começou sem experiência e nunca recebeu orientações claras sobre a importância do uso de equipamentos de segurança. As botas de borracha e o uniforme ante chamas eram as únicas exigências.

 
Com o passar do tempo, Carlos começou a sentir fortes dores de cabeça e náuseas. Resolveu ir ao médico, que ao saber da profissão de frentista de seu paciente, exigiu uma série de exames. Na análise hematológica, diversas alterações demonstravam que a exposição diária aos combustíveis e a inexistência de medidas de proteção haviam prejudicado a sua saúde.

 

A situação fez com que Roberto passasse a analisar todos os riscos aos quais seus funcionários estavam sujeitos, afinal, ele sabia que os frentistas eram o cartão de visita do seu posto de serviços.

 

Análise de riscos em postos de serviço

Primeiro avaliou os riscos da manipulação de produtos químicos e inflamáveis. Tomou consciência da Norma Regulamentadora Nº 20 (NR20), que estabelece os requisitos mínimos para a implantação de uma gestão de segurança e saúde no trabalho no segmento de inflamáveis e combustíveis. Tratou de aplicar as exigências, com destaque especial à capacitação dos seus frentistas.

 

EPIs em postos de abastecimento

O próximo passo foi incorporar às botas de borracha e ao uniforme ante chamas um conjunto de equipamentos de proteção individual (EPIs), como aventais de PVC, luvas de raspa, óculos de segurança, máscara respiratória, creme para proteção das mãos, luvas de PVC e boné. Além de inflamáveis, os combustíveis e lubrificantes manuseados nos postos de serviços podem levar a danos à pele e ao sistema respiratório dos frentistas.

 

Tomou consciência dos riscos da exposição ao benzeno e adequou o seu estabelecimento à Norma Regulamentadora Nº 9 (NR9) que, entre suas previsões, destaca o controle médico com hemograma completo semestral e a disponibilidade de acesso à ficha de informações de segurança de produtos químicos (FISPQ) de cada produto.

 

Resultados

O processo de adequação levou algum tempo até ser concretizado – e, constantemente, ele é revisado. Roberto está a par de todas as normas que regulamentam o segmento e segue à risca a legislação.

 

A equipe agora conta com todos os equipamentos necessários para sua segurança e ficou mais resguardada. Ah, o Carlos foi reconhecido, recebeu uma promoção e passou a ser gerente do posto de serviços – e com a saúde perfeita, segundo os exames.

 

Como está a situação do seu estabelecimento em relação à segurança dos seus funcionários? Faça da realidade do posto do Roberto a sua! Lembre-se: cumprir as determinações para assegurar a saúde e uma rotina de trabalho mais segura aos seus frentistas deve ser prioridade no seu posto de serviços.

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