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Além de boas notícias com relação ao Produto Interno Bruto, destacamos a importância de um bom sistema de gestão

Entrevista: Como a retomada do PIB pode impactar positivamente o setor de combustíveis?

A inda que o cenário político tenha voltado a fazer barulho, é possível esperar boas notícias com relação ao Produto Interno Bruto (PIB). Segundo os economistas, o Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), considerado uma prévia do PIB, encerrou o primeiro trimestre com alta de 1,12% se comparado ao período de outubro a dezembro do ano passado. Para o setor de combustíveis, esses primeiros passos em direção ao “azul” representam um reequilíbrio dos negócios.

 

Mas, se por um lado esse panorama um pouco mais otimista tenha gerado resultados positivos para este mercado, como a presença de um empresário de postos mais preparado para contornar situações adversas, por outro, é importante considerar como estratégica a presença de um sistema de gestão, na medida em que ele não só ajuda a administrar os custos, mas também a levantar estratégias para o futuro do posto de serviços, aproveitando oportunidades, datas e preços.

 

Para explicar melhor sobre como a retomada do PIB pode impactar positivamente o setor de combustíveis, conversamos com o gerente de canais e marketing da Intercamp Sistemas, João Oliveira. Confira abaixo a entrevista.

 

Qual sua avaliação deste primeiro semestre no setor de combustíveis?

 

João: Findo o ano de 2016, o Brasil consolidou o cenário de retração do PIB (percentualmente) que só fora visto em 1930 e 1931, ou seja, a crise chegou forte em nosso país. Porém, as mudanças que estão sendo propostas e os ajustes fiscais aprovados fizeram que o ano de 2017 começasse com uma melhor perspectiva, mas que não necessariamente se converteu em um efetivo crescimento. O mercado de combustíveis é um mercado mais resiliente, pois as pessoas não deixam de se locomover, as empresas precisam escoar sua produção e atender aos seus clientes. Com isso, os impactos no consumo e na produção acarretam uma redução do volume de combustíveis vendidos nos postos, mas nem sempre tão acentuada. O que se nota é o aumento da inadimplência de empresas transportadoras, que historicamente são responsáveis pelo alto volume de venda. Para o empresário de postos, é o que mais tem ocasionado a venda ou fechamento de seus negócios que estão com seu fluxo de caixa e o capital de giro comprometidos.

 

O PIB tem dado sinais de uma leve retomada. Na sua percepção, quais serão os impactos positivos para os próximos meses?

 

João: A leve retomada do PIB ao menos indica que há um início de reequilíbrio dos negócios. O Brasil tem mostrado que também não conseguiria conviver com uma crise tão acentuada por tanto tempo. Para voltar a “subir”, o primeiro passo é parar de “cair”. O efeito positivo é que, hoje, o empresário sabe o que precisa ser feito para contornar e continuar o empreendimento do seu sonho. Precisamos estar atentos às novas demandas e oportunidades.

 

Como eficiência, gestão e equipe capacitada serão determinantes para atingir um patamar diferente enquanto a economia vai se estabilizando?

 

João: Neste momento, é importante aumentar o investimento em gestão e capacitação dos colaboradores, para que estejam atentos às oportunidades que acontecem nos negócios que trabalham. O sistema de gestão será uma ferramenta essencial para que possa tomar as melhores decisões possíveis, mas requer empenho e disciplina do empresário que quer estar à frente dos seus concorrentes. Nossa recomendação é que busquem uma empresa de soluções em tecnologia que esteja atenta ao que o seu negócio precisa e com um nível de serviço especializado, ou seja, que conheça o seu negócio, que ajude seu posto a ser mais competitivo, rentável e inovadores por meio de soluções adequadas e aderentes ao momento em que o empresário se encontra.

 

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